© 2019 CIA DO SOLO - Todos os direitos reservados

projetos

Arte-Educação

A composição da história -

A jornada de um narrador

Essa necessidade que mora dentro da gente de contar histórias vai aos poucos transbordando e surge então a necessidade de compartilhar as descobertas, as experiências, os aprendizados.
 

O encontro é o momento ideal para isso. Esse ato tão humano, o de compartilhar é onde reside o maior tesouro dos contadores de histórias. Compartilhar o nosso olhar sobre essa nobre arte, como a percebemos e a sentimos, compartilhar nossos processos e os caminhos percorridos através de conversas, leituras, práticas e demonstrações do repertório da Cia do
Solo. Pretende-se com essa oficina abordar as diversas etapas da construção de uma contação de histórias, desde a seleção do texto até a apresentação passando pelas diversas possibilidades de adaptação, levando-se em conta primordialmente a identidade do contador.

O Palhaço em diversos
espaços cênicos

A partir da prática da Cia do Solo em diversos espaços cênicos tais como praças, teatros, hospitais, instituições de longa permanência, transportes públicos, escolas e bibliotecas, entre outros, essa oficina tem o intuito de propor jogos e exercícios que buscam, sobretudo, a relação com o público, principal base de trabalho da linguagem do palhaço nos espaços citados acima. Ampliando a noção de espaço cênico a oficina pretende abordar a atuação em diversos ambientes, considerando as especificidades de cada um deles, mas tendo principal objeto de estudo a rua.

Solo de Histórias

Atividade que visa o estímulo à prática da narração de histórias para o público em geral. Em uma grande roda, os artistas da Cia do Solo incentivam o público a compartilharem as narrativas que compõe os seus imaginários intercalando-as com cantigas, parlendas e pequenos causos.

Arte educação Solo de Histórias

 

Intervenção

Um canto pra Manoel

- Mediação de leitura da

obra do poeta Manoel de Barros

Inspirado no universo poético de Manoel de Barros os contadores de histórias e músicos da Cia do Solo apresentam canções autorais e cantigas de roda enquanto convidam o público a ler, cantar e experimentar com o corpo pequenos trechos da obra do poeta das miudezas. Um sarau em homenagem ao poeta que descobriu a poesia contida na infância, no ócio e na percepção além da forma.

 

Colcha de Retalhos

- Causos e Serestas

Clássicos do cancioneiro popular brasileiro da primeira metade do século XX incluindo sambas, marchinhas carnavalescas, toadas e baiões, entre outros, estão presentes nessa intervençãode exaltação a memória. Intercaladas as canções, acompanhadas por violão, cavaquinho acordeon e percussão, são narrados contos tradicionais resgatados em diversas partes do Brasil por Câmara Cascudo, Silvio Romero e Basílio de Magalhães. No entanto, não trata-se de um espetáculo fechado. Nossa proposta é um roteiro aberto e não linear, um repertóriocomposto coletivamente por artistas e plateia, estimulada a cantar, contar, tocar, dançar e compor essa colcha de retalhos de memórias, histórias, causos e canções.

 

Ei você aqui!

A linguagem do palhaço é uma ferramenta extremamente eficaz na comunicação com o público, seja ele quem for e onde estiver. Por revelar à humanidade, suas próprias inadequações sociais, ganha a confiança do público através da empatia. Com leveza, simplicidade, generosidade, prazer e alegria ele caminha por todos e em todos os lugares. A intervenção “Ei, você aqui!”, propõem encontros com as pessoas em diversas situações. Empresas, escolas, hospitais, casamentos, bodas, rua, restaurante, missa de sétimo dia, e na Bahia. Utilizando técnicas relacionais do teatro, da arte- terapia e do palhaço, a dupla icônica Pastel e Dondoca conquistam alianças e promovem jogos entre as pessoas causando enormes transformações no ambiente e na leveza das relações.

Ei, você aqui!

Breve Histórico

Desde 2016 a Cia do Solo atua no projeto Uma Bela Visita do grupo Teatro do Sopro, onde um grupo de palhaços mergulhados no universo dos anos 30 a 50 visitam idosos com perda de autonomia em instituições de longa duração. Atualmente realizam visitas semanais no Abrigo do Cristo Redentor (Bonsucesso), na Sociedade Beneficente das Damas Israelitas do Rio deJaneiro - Froien Farain (Tijuca) e Amparo Thereza Cristina (Riachuelo), ambos localizados na cidade do Rio de Janeiro.

 

Cabaré Andante

Seguindo a estrutura do gênero cabaré, o Cabaré Andante é uma mostra de comicidade que não tem uma estrutura fixa de apresentações, variando de acordo com os convidados que o compõe e com as temáticas abordadas a cada edição. Como o próprio nome indica, ele não tem pouso fixo, sendo apresentado em praças, universidades, espaços culturais, entre outros.
 

De janeiro de 2014 a dezembro de 2018 já foram realizadas 10 edições, atingindo centenas de pessoas e formando um espaço de discussão sobre assuntos da atualidade, através da prática cênica. O Cabaré conta com mestres de cerimônia que, como apresentadores, o conduzem para que os convidados apresentem seus números. Os mestres de cerimônia costuram as
ações com uma delicada carpintaria cênica que, como não poderia deixar de ser, envolve muito improviso.

 

Uma singularidade do Cabaré Andante é a presença do "olho de fora", um especialista em comicidade, que após assistir a apresentação promove uma conversa com os artistas e o público sobre o trabalho realizado. O Cabaré já contou com a presença de Venício Fonseca (Grupo Moitará); Richard Riguetti e Lilian Moraes (Grupo Off-Sina); Shirley Brito (Teatro de
Anônimo); Karla Conká (As Marias da Graça), Olivier Terreault (Teatro do Sopro) e Fabiano Freitas, o palhaço Petter Crash.

Breve Histórico

A iniciativa foi idealizada por quatro artistas do Rio de Janeiro (Martha Paiva e Gabriel Sant’Anna – Cia do Solo, Lorrana Mousinho e Natascha Falcão) que se uniram em 2014 com o propósito de criar um novo espaço de experimentação e pesquisa cênica para o desenvolvimento de ideias, reflexões e debates sobre a comicidade. Natascha deixou o grupo em meados de 2015. No fim de 2017 Carol Marquirori integra o coletivo.